Últimas histórias

  • World Creativity Day oferece dezenas de atividades gratuitas

    Com o propósito de promover a criatividade como um catalisador para o progresso social e econômico sustentáveis, desde 2018 acontece no Brasil o Dia Mundial da Criatividade. Uma iniciativa que tem o poder de transformar a vida das pessoas, impulsionar setores inteiros e enriquecer a cultura.

    São voluntários, anfitriões, parceiros, inspiradores e participantes do Brasil e do mundo que querem fazer parte do ecossistema de criatividade e inovação em suas cidades.

    A missão é construir uma comunidade global de líderes criativos, educadores, empreendedores, investidores, criadores de conteúdo, pesquisadores e outros agentes de mudança em defesa da Resolução 71/284 da Organização das Nações Unidas, celebrando o dia 21 de abril ao redor do mundo com a realização de milhares de atividades gratuitas que promovem o desenvolvimento humano.

    O Brasil, ao sediar o Dia Mundial da Criatividade, tem a oportunidade de demonstrar ao mundo seu compromisso com a inovação e sua capacidade de se destacar no cenário global. O evento, que reunirá líderes criativos de diversas áreas, startups, empresas inovadoras e artistas, proporcionará um ambiente propício para a troca de conhecimentos e a construção de parcerias.

    Em Natal, existem mais de 60 atividades listadas, entre oficinas, palestras, cursos e workshops nas mais variadas áreas que vão acontecer por toda a cidade de 19 a 21 de abril. Confira a lista e se inscreva AQUI.

    Criatividade

    Definida como a capacidade de pensar de forma original, fazer conexões inesperadas e gerar soluções inovadoras para problemas, a criatividade envolve a expressão de ideias de maneira única e a habilidade de encontrar abordagens não convencionais para desafios e é uma qualidade valiosa em diversos campos, incluindo artes, ciências, negócios e tecnologia.

    Principais características da criatividade incluem:

    1. Originalidade: A capacidade de produzir algo novo e único, muitas vezes distinto das abordagens convencionais.

    2. Flexibilidade: Ser capaz de adaptar o pensamento e abordar problemas de diversas maneiras, alternando entre diferentes perspectivas.

    3. Fluência: Gerar uma grande quantidade de ideias, soluções ou respostas rapidamente.

    4. Elaboração: Desenvolver e expandir ideias, transformando conceitos iniciais em formas mais completas e refinadas.

    5. Pensamento Associativo: Estabelecer conexões entre conceitos aparentemente não relacionados, explorando novas possibilidades.

    6. Resolução de Problemas: Encontrar soluções eficazes e inovadoras para desafios complexos.

  • O bicho homem

    Por Natália Chagas

    Desde a minha chegada, jamais tinha visto tanta aberração.  Sentei no chão, contra a parede bem no cantinho, impotente só podendo chorar. A revolta subia do estômago ao coração até a garganta, e eu engolia tudo de volta no choro. Os gritos rasgavam meus ouvidos esganiçados de dor, se uniam às risadas dos homens bêbados que se deliciavam a cada estouro.

    Comecei a me lembrar quantas vezes as pessoas me falavam que era inútil naquela cidade pequena, com aquela mentalidade tacanha, eu discutir nobreza e misericórdia. “As pessoas daqui são assim mesmo!”, me diziam. Eu ainda lutava contra esse pensamento mesmo sendo motivo para risadas na rua. Agora me dava conta que lutei pouco demais. A arrogância dos homens de sentirem superiores a outros não deixavam que se percebessem iguais.

    Por várias vezes, me deparei com um dos mais indômitos seres, Juvenal. Ao ver sua crueldade com uma mãe e seu filhote, confrontei-o com toda minha coragem. Ele se virou contra mim, e os pobres puderam fugir.

    – Eu faço o que eu quiser, do jeito que eu quiser! – Disse ele com uma faca na mão.

    – Você não fará nenhuma crueldade comigo por perto! Isso, eu juro!

    Os olhos deles vidraram nos meus com ódio dilacerante, seu nariz suado quase se encostava no meu, o bafo de cachaça impregnava em minha narina e me deixavam levemente tonta. Mas me segurei firme e o enfrentei até sua saída me jurando vingança.

    Por muitas vezes, ganhei as disputas com Juvenal, o que aumentou sua raiva chegando àquela manhã.

    Em um dia, eu andava pelas ruas e observei uma certa calmaria no ar. Apenas a pequena Chiclete na calçada a se lamber. Chiclete era uma gata de rua que sempre bebia da água que eu colocava na frente da loja. Deitava ao sol e espreguiçava longamente até que passasse alguém. Para qualquer um, ela parecia sorrir e todos se derretiam e acabavam dando comida a ela. Ela grudava no coração de qualquer um, dizia dona Maria, minha vizinha de frente. Daí a chamamos de Chiclete. Ela apareceu prenha um dia. Já bem barriguda. O cuidado das pessoas aumentou e algumas já disputavam filhotinhos.

    Quando caiu a noite, fechei a loja e já saía pelos fundos quando dois homens agarraram meus braços, me levantaram e me levaram até um beco. No meio da luta, reconheci Valdo, que era um dos capangas de Juvenal. Eu gritava e esperneava como louca mas era tudo um grande deserto. Fecharam uma grade na minha frente em que eu podia ver até o outro lado da rua. A imagem de Juvenal crescia ao vir em minha direção, e dizia:

    -Já lhe falei que eu faço do jeito que eu quiser. E vou te provar.

    Nas mãos, Chiclete com fogos de artifício grudados por todo o corpo.

    Não há ser mais cruel do que o que ataca o indefeso para machucar aquele que lhe dá medo.

  • Em cartaz: FUGA

    Sinopse

    Há pouco mais de dois anos uma peste devastou as terras brasileiras. Foi uma época de trevas, de matança indiscriminada durante uma pandemia. A falta de vacinas aumentou a população em cemitérios; havia desdém com familiares em luto; acrobacias de jet-ki pareciam cultuar a barbárie, comemorar o sofrimento dos indefesos, e elevar o nome de torturadores e armas.

    Essa é a história de uma pobre família conhecida por rachadinhas e falcatruas, rica em ilícitos. Em uma região desolada deste lado da América, a família ataca tudo e todos, inclusive utilizando de igrejas evangélicas ou apenas em aglomeração de gado na Paulista.

    Somente um bárbaro careca, de um tribo composto por 11 membros consegue mexer com os nervos da peste e da sua trupe de malfeitores. De lá, surgem as ordens e as descobertas que o País vem enfrentando seguidamente de tentativas de golpe. Um erro do destino nos colocou nessa posição — muito pior que a morte — que deram ao Senhor da Peste.

    O que não se sabia é que quando pressionado, a peste se descontrola ao ponto de buscar abrigo em embaixadas, com medo da prisão.

    — Eu tenho três alternativas para o meu futuro: estar preso, estar morto ou a vitória. Pode ter certeza que a primeira alternativa não existe — vociferou e cuspiu “pelos cotovelos” certa vez.  Mas o que todos sabem mesmo é que no final não haverá fuga, o destino da peste será a Papuda.

    Título Original

    Flukt (FUGA)

    Ano de Lançamento: 2024

    Gênero: Drama, Suspense

  • Festival de Cinema Brasileiro em Paris homenageia o ator e diretor Antônio Pitanga

    A capital francesa recebe até este sábado (02) a 26ª edição do Festival de Cinema Brasileiro de Paris. Com 30 produções da cinematografia nacional – entre ficções e documentários -, este ano, o Festival no Cinéma l’Arlequin, prestará homenagem a uma das figuras mais emblemáticas do cinema brasileiro, Antônio Pitanga. O renomado ator, que já atuou em mais de 70 filmes, é conhecido por sua colaboração com diretores icônicos do Cinema Novo, como Glauber Rocha.

    Os filmes do festival estão divididos em cinco mostras: Competitiva, Hors-concours, Documentários, Sessão Escolar e Homenagem a Antonio Pitanga. Entre as obras, serão exibidas: “A Batalha da Rua Maria Antônia”, de Vera Egito, ficção vencedora do Festival do Rio de 2023; “Pedágio”, de Carolina Markowicz, vencedor de quatro prêmios no Festival do Rio e grande vencedor do prêmio de Melhor Filme do Festival de Cinema de Roma 2023; e “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião, vencedor do prêmio de Melhor Fotografia no Festival do Rio de 2023 e o de Melhor Filme Brasileiro no Prêmio Félix, para longas com temáticas voltadas à causa LGBTQIAP+.

    “Eventos como o Festival de Cinema Brasileiro de Paris são vitais para ampliar a visibilidade dos nossos filmes e artistas no cenário internacional. Nesta edição do festival de Paris, que tem o Brasil como homenageado, o público vai viver uma experiência cinematográfica única, marcada pela qualidade e originalidade de nossas produções”, exalta a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

    PITANGA

    A mostra que homenageia Antônio Pitanga conta com uma seleção de filmes mais significativos de sua carreira como “Barravento”, de Glauber Rocha; “Na Boca do Mundo”, obra produzida em 1979, e primeiro filme dirigida por Pitanga; “Ladrões de Cinema”, longa de Fernando Coni Campos; “Nosso Sonho”, de Eduardo Albergaria;  “Casa de Antiguidade”, de João Paulo de Miranda Maria; e “Pitanga”, documentário sobre o ator dirigido por sua filha por Camila Pitanga.

    Ainda segundo a ministra Margareth Menezes, a homenagem a Pitanga é um reconhecimento não apenas de sua contribuição para o cinema brasileiro, mas também de sua importância histórica e cultural para o país.

    “Sua trajetória de mais de cinco décadas é marcada por interpretações memoráveis e pela participação em filmes que se tornaram referências no cenário cinematográfico nacional e internacional”, disse.

    Além das exibições, o festival também conta com debates, workshops e outras atividades que visam promover o intercâmbio cultural entre o Brasil e a França.

  • Ministério da Cultura lança Programa Patrimônio Cidadão

    O Ministério da Cultura (MinC), por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), lançou o Programa Patrimônio Cidadão. Trata-se de um conjunto de iniciativas e projetos em todo o país que visam proteger locais, bem como comunidades e territórios historicamente marginalizados em áreas tombadas como patrimônio cultural. O investimento previsto ultrapassa R$ 70 milhões. A cerimônia foi realizada no último dia 22 na Casa dos Sete Candeeiros, em Salvador.

    As ações vão desde a conservação, restauro, educação patrimonial, preservação do patrimônio arqueológico até a promoção do patrimônio imaterial. Segundo a ministra da Cultura, Margareth Menezes, o Programa Patrimônio Cidadão traz uma reflexão sensível acerca das comunidades mais marginalizadas e atende às necessidades reais da população. 

    “Esse plano é uma forma de acolher as pessoas vulnerabilizadas e valorizar o patrimônio histórico do país. A gente fica triste de ver nos centros históricos uma casa corroída pelo tempo, às vezes, por descaso; mas, em outras, pela falta de condição do proprietário daquele patrimônio de fazer uma reforma, a partir do momento em que o imóvel está tombado. Existem inúmeras questões para mexer no patrimônio tombado e esse plano traz uma sensibilidade que vai, de fato, impactar positivamente a vida das pessoas”, explicou.

    Para Leandro Grass, presidente do Iphan, ao longo dos últimos anos, a falta de investimentos em cultura ampliou as desigualdades sociais, mas o Programa Patrimônio Cidadão, com a priorização dos grupos e lugares vulnerabilizados, vai mudar esse cenário. 

    “A gente tem buscado, através desse conjunto de ações, reduzir as desigualdades e, nesse momento da história, se perpetuar nos próximos anos como uma marca das políticas de patrimônio cultural; priorizando, assim, grupos, povos, comunidades, territórios, historicamente marginalizados e perseguidos pelo estado brasileiro”, comentou. 

    Jecilda Mello é líder comunitária, moradora no Centro Histórico do Pelourinho, em Salvador (BA), e representante da Associação de Moradores e Amigos do Centro Histórico (AMACH). Aos 69 anos, ela explica que a falta de conservação ou melhoria numa moradia localizada num centro histórico, por exemplo, afeta também a identidade e a dignidade cultural e social dos moradores. “Os casarões abandonados, sem conservação, estão sendo desvalorizados e isso prejudica a nossa identidade cultural como cidadão. Ou seja, eu deixo de ser visível para ser invisível para sociedade. O nosso lema é resistir para continuar a existir e quero acreditar nesse projeto”, afirmou. 

    Canteiro-Modelo 

    No conjunto de ações enquadradas no Programa Patrimônio Cidadão, destaca-se o Canteiro-Modelo de Conservação. A iniciativa que o Iphan vem implementando em cidades históricas consiste na oferta de assistência técnica pública e gratuita para o desenvolvimento e a qualificação de intervenções de conservação de bens tombados que sejam de proprietários hipossuficientes e famílias de baixa renda.

    Em parceria com universidades e institutos federais, a iniciativa também forma estudantes para uma atuação socialmente mais responsável e contribui para o fortalecimento das cadeias produtivas locais. 

    Natal

    O conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico da cidade de Natal tombado pelo Iphan em 2010 engloba a Cidade Alta e parte do Bairro da Ribeira. Destaca-se, no conjunto, a importância histórica e paisagística do rio Potengi, para a cidade, e o fato de que ele ainda representa importante papel no transporte de mercadorias e pessoas. O conjunto, emoldurado pelo rio, compõe uma paisagem muito importante para a memória potiguar, onde estão instalados a maioria dos espaços culturais. O patrimônio tombado é formado por cerca de 30 bens materiais, incluindo edificações de destaque do período colonial (em sua maioria) e um acervo de obras de arte sacra.

    UFRN institui Política de Cultura, Memória e Museus

    O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) aprovou por unanimidade, nessa terça-feira, 26, a Política de Cultura, Memória e Museus da instituição. O documento apresenta os princípios e as diretrizes para reconhecer e valorizar a diversidade cultural produzida na UFRN; proteger e promover a produção e o patrimônio histórico e artístico, a memória material e imaterial da UFRN e a produção museal, entre outros objetivos.

    De acordo com relator do processo no Consepe e pró-reitor adjunto de Extensão da UFRN, Edvaldo Vasconcelos, a política unifica as três temáticas antes divididas em diferentes resoluções, mas que eram semelhantes entre si. Além disso, o novo documento cria um único comitê gestor, por meio do qual será possível discutir as três dimensões de forma mais plural.

    A resolução institui o Comitê Gestor da Política de Cultura, Memória e Museus da UFRN, de caráter permanente, que possui natureza deliberativa e consultiva, de articulação estratégica e avaliativa das ações que contribuam para o fortalecimento e consolidação da política. O Conselho se reunirá ordinariamente uma vez por semestre letivo, ou extraordinariamente, sempre que necessário. 

  • Braga Netto é tido pela PF como “influenciador” de golpe no Exército e responsável por viabilizar tropas

    Deu na Reuters, está na Rede, que a Polícia Federal investiga a participação do general da reserva Walter Braga Netto na preparação para viagem a Brasília e alojamento de militares com treinamento de forças especiais após a eleição de 2022 à época das discussões no núcleo do governo Bolsonaro para tentar impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. É o que mostram documentos vistos pela Reuters.

    A investigação, também confirmada por duas fontes que acompanham o inquérito, aponta que o ex-ministro da Casa Civil e companheiro de chapa de Jair Bolsonaro na eleição, teria tido participação ativa e decisiva na preparação para uma tentativa de golpe, disseram as fontes. Ao longo do inquérito, ficou claro que o general da reserva teve papel central especialmente como influenciador dentro do Exército.

    Foi na casa do general da reserva que teria sido discutido pela primeira vez como levantar os recursos necessários para levar a Brasília homens do Exército com treinamento para fomentar insurgências, os chamados “kids pretos” por conta do gorro escuro que usam, de acordo com os documentos.

    “Braga Netto atuava como um incentivador e influenciador dentre os demais comandantes do Exército. E há suspeitas de que ele buscava meios para financiar os acampamentos”, disse a fonte, fazendo referência aos acampamentos montados por bolsonaristas em frente a instalações do Exército pedindo uma intervenção para impedir a posse de Lula.

    Braga Netto foi alvo de busca e apreensão na operação Tempus Veritatis” (hora da verdade, em latim), feita pela PF no início de fevereiro e que atingiu o núcleo central de militares e civis do governo Bolsonaro envolvidos na tentativa de golpe, e foi proibido de manter contato com Bolsonaro e com outros integrantes do grupo.

    Em seu depoimento, como acusado, o general se recusou a responder perguntas dos policiais federais.

    Que fogueira o Brasil pulou, hem?

  • Caldo de Bila

    O deputado federal Robinson Faria (PL) é o novo coordenador da bancada do Rio Grande do Norte no Congresso Nacional e, com isso, tem a atribuição de sistematizar as sugestões das emendas parlamentares durante elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) da União, além de ter acentuada a responsabilidade de defender e lutar pelos interesses do estado.

    “Agradeço a confiança dos parlamentares que me elegeram coordenador da bancada federal do Rio Grande do Norte. Pretendo agregar minha experiência na vida pública nesta importante missão, em que junto a meus pares, faremos um trabalho compartilhado de articulação em defesa do (sic) interesses do RN”, disse o new coordenador em suas redes sociais.

    Eleito deputado federal em 2018 com 97.319 votos, Robinson Faria (PL) já foi deputado estadual por seis mandatos, quando presidiu a Assembleia Legislativa do RN durante 8 anos — quem não lembra da Dama de Espadas Ritinha Mercês Reinaldo, a quem o presida “compartilhava” experiência? —, vice-governador de Rosalba Ciarlini, de 2010 a 2014 e governador do estado de 2014 a 2018.  À época, a experiência partilhada era o de “governador da segurança”. Ainda tentou a reeleição, mas ficou em terceiro lugar, com cerca de 11% dos votos válidos no primeiro turno.

    Robinson teve um desempenho pífio como governador, atrasou salários dos servidores, enfrentou uma séria crise no sistema penitenciário e viu o número de homicídios crescer vertiginosamente.

    Apesar de tudo isso, conseguiu ser alçado à Câmara dos Deputados, ocupando a cadeira que foi de seu filho genro de Sílvio Santos que esteve deputado federal por 4 mandatos e se tornou ministro de Bolsonaro.

    Mesmo com a sua propagada “experiência na vida pública”, Robinson Faria tem tido um desempenho “apático” na Câmara Federal, como tacham algumas línguas potiguares. E parece que não é exagero.

    E chama a atenção a religiosidade do nosso representante, que está a mil pelo Brasil, que nesses praticamente 14 meses de exercício apresentou 06 projetos de lei, segundo o portal da Câmara dos Deputados. Quatro deles incluem no Calendário Turístico Nacional as festas de Nossa Senhora da Conceição, em Ceará-Mirim e de santa Rita de Cássia, em Nova Cruz; o Festival de Inverno de Serra de São Bento e a procissão em homenagem a Nossa Senhora da Piedade, no Município de Espírito Santo. Além desses, um que disciplina a transmissão obrigatória de mensagens de alerta pelas prestadoras de serviços de telecomunicações e de radiodifusão sonora em caso de risco de desastre ou situação de emergência e outro que dispõe sobre a cobertura integral e multidisciplinar, por parte das operadoras de planos privados de assistência à saúde, dos procedimentos necessários ao cuidado das condições relacionadas ao Transtorno do Espectro Autista.

    Robinson ainda subscreveu algumas propostas de seus colegas deputados e se pronunciou em plenário por oito vezes.

    Para se ter uma ideia, o neófito Sargento Gonçalves, vulgo “lagartão”, também do PL, já fez uso da palavra em plenário 106 vezes. Ninguém pergunte o que ele falou porque já é demais, né? Os números são só para comparação.

    Bom, mas é exatamente por seu desempenho acanhado no Congresso e ausência nos espaços de poder locais que se questiona a capacidade do deputado ex-governador em coordenar a bancada federal do estado – os seus sete colegas deputados e os três senadores –  e, o mais importante, articular a união dos políticos e por que não da sociedade civil organizada em defesa dos interesses do Rio Grande do Norte. Diz-se por aí que essa nova função é areia demais pro caminhãozinho dele. Outros vão além e vaticinam num bom nordestinês: “Esse daí é mais fraco que caldo de bila!”. (ch)Oremos.

  • “Luau do Samba” reúne grandes atrações do samba e pagode potiguar no Aeroclube

    As duas maiores grifes do samba e pagode potiguar, Ribeira Boêmia e “O Pagode Taí Vai Quem Quer” se reuniram pra um Luau que promete não deixar ninguém parado.  O “Luau do Samba” acontece no dia 20 de abril, no Aeroclube, com muita música boa, cerveja gelada e uma estrutura de qualidade para garantir o conforto do público.

    Além dos anfitriões, o evento recebe ainda a Família Além do Normal, que chega trazendo ainda mais tempero pra essa roda.

    Os ingressos estão disponíveis no site Outgo . E para ficar sabendo em primeira mão de todas as informações do Luau, o público pode seguir os perfis @ribeiraboemia e @oapagodetaivaiquemquer no Instagram.

    SERVIÇO

    Luau do Samba

    Dia 20 de abril, a partir das 16h, no Aeroclube

    Vendas: https://www.outgo.com.br/luau-do-ribeira-boemia

    Atrações:

    – Roda de Samba Ribeira Boêmia

    – O Pagode Taí Vai Quem Quer – que reúne os grupos Samba Preto No Branco, Mesa Doze e Daquele Jeito

    – Família Além do Normal

  • Abertas as inscrições para o Festival do Industriário 2024 – SESI Entoando Canções

    Vem aí o Festival do Industriário 2024 – SESI Entoando Canções, promovido pelo Serviço Social da Indústria (SESI/RN), em co-realização com a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), no período de 26 de abril a 31 de maio de 2024, nas cidades de Natal, Caicó e Mossoró. O Festival é destinado a todos os gêneros e estilos da música brasileira, com participação dos trabalhadores da indústria e seus familiares, com a plateia aberta ao público. 

    O Festival do Industriário 2024 – SESI Entoando Canções tem como objetivo celebrar o dia da indústria, que tanto contribui com o desenvolvimento do país, além de promover a cultura entre trabalhadores do setor industrial e seus familiares compositores, intérpretes, poetas e artistas, valorizando, fomentando e difundindo a produção musical do estado, fortalecendo o SESI como protagonista no incentivo cultural. 

    Os interessados podem se inscrever em duas categorias: Interpretação – Músicas não Inéditas – músicas já gravadas e editadas; ou Composição autoral (letra e música) – Músicas autorais inéditas. Nas categorias somente serão aceitas músicas brasileiras, cantadas e de qualquer estilo.

    “A ideia do Festival do Industriário é oportunizar a descoberta de talentos que estão no operacional, na linha de produção das fábricas, e assim valorizar, não somente o trabalhador da indústria – que terá o espaço para apresentar o seu talento e obter reconhecimento –, mas também a própria empresa em que ele atua. As indústrias serão beneficiadas com essa integração, essa conexão entre indústria e trabalhador da indústria”, destaca o presidente da FIERN, Roberto Serquiz, idealizador do Festival. Ele reforça que os eventos terão a plateia aberta ao público, promovendo ainda uma maior aproximação entre indústria e sociedade. 

    Festival terá três semifinais

    Poderão participar do Festival do Industriário 2024 – SESI Entoando Canções trabalhadores da indústria brasileira (industriários e empresários), seus descendentes diretos: cônjuges e filhos, a partir de 18 anos de idade no ato da inscrição do evento. Cada candidato poderá participar em uma única categoria e com apenas uma única música.

    O Festival realizará a fase semifinal em 3 polos distintos: semifinal regional Polo Natal, no dia 27/04; semifinal regional Polo Mossoró no dia 04/05 e a semifinal regional Polo Caicó no dia 11/05. 

    A premiação soma mais de R$ 70 mil reais em dinheiro, contemplando os trabalhadores da indústria, semifinalistas e finalistas, além das empresas de lotação dos finalistas.

    As inscrições estarão abertas no período a partir desta terça-feira, 12 de março até o dia 10 de abril de 2024 e poderão ser efetuadas de forma online no endereço eletrônico: www.rn.sesi.org.br/festivaldoindustriario. Mais informações por meio do WhatsApp (84) 3220.0465 ou através do e-mail: festivaldoindustriario@rn.sesi.org.br