Últimas histórias

  • Eu sei o que vocês fizeram no verão passado

    Três anos após atropelar um candidato à presidente e jogar o seu corpo às hienas, o mandachuva da Lava Jato, Des Morono, reúne sua turma assustadora e afirma estar preparado para comandar a república de bananas, governado pelo amigãozão, que foi beneficiado à época com suas decisões. Ocasião em que mandava e desmandava (via Telegram) em provas forjadas e fictícias — segundo gravações com diálogos obtidas por órgãos de imprensa. Porém, o pretenso candidato jura com os pés juntos de que não houve crime algum em suas condenações.

    Todavia, a falta de provas ou forjadas, como mencionado, rendeu-lhe o “título” de parcial na condução do caso pelo Supremo Tribunal Federal. A cruzada de Des Morono ao perseguir e tirar de cena um desafeto agora se transforma em empecilho para a decolada de sua candidatura — anunciada em evento do Podemos neste novembro azul —, para ficar preto basta o povo esquecer a canalhice de meio mundo de promotores em forjar provas com o intuito exclusivo de dar a vitória a um fascista. E quem não lembra que log após a vitória Des Morono foi ser ministro. Hã?

    Não se enganem: todos sabem o que a força-tarefa fez no verão passado.

  • EM CARTAZ: O Dólar Furado

    Brasil, segundo ano de um desastroso governo. Gary O’Hara (Ricardo Barros) é um poderoso capataz de um capitão do Exército. E depois de participar de outros governos (o que importa é o Centrão continuar mamando), ele, de alma sempre benevolente, decide ajudar na compra de vacinas para o combate ao Coronavírus. Entretanto, uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) escancarou o verdadeiro interesse e uma horda de fora da lei que se beneficiaria com os contratos encaminhados avalizados por esse artista preocupado com a vida humana.

    Os senadores — os que estão dentro da lei — dizem que a “CPI da Pandemia” encontrou indícios de funcionamento em Brasília City de uma central de pagamentos de subornos em dinheiro vivo a políticos e funcionários públicos. As investigações começaram sobre dezena e meia de negócios com órgãos federais de saúde, e já abrangem quatro centenas de contratos com o setor público federal.

    A ideia, segundo investigações, era lucrar um dólar por cada vacina adquirida. Infelizmente, a tramoia acontecia enquanto quase seiscentos mil pessoas agonizavam e morriam por Covid-19.

    Apesar dos contratos para a compra de vacinas, transformados em serviço sujo, terem sido cancelados, isso não quer dizer que o crime não foi cometido. O expectador aguarda a derrocada de meio mundo de ladrões de Brasília City no final desse filme de terror.

  • HUMOR: MandaLascar

    MandaLascar é um filme de terror, com uma produção chinfrim — ao contrário da famosa animação de aventura da Dreamworks —, estrelado por um ator de terceira categoria (Pau no Guedes), com um roteiro horrendo e elenco repleto de pulhas, e um enredo degradante. Uma curiosidade: dizem as más línguas que, ainda no set de filmagens, já se previa o que vinha pela frente. Enquanto se ouvia sobre a completa falta de talento dos protagonistas, as pessoas só conseguiam ver a total ausência de escrúpulos em um cenário de almas sebosas, com o intento único de desconstruir qualquer coisa boa que existiu na face da Terra.

    O filme, agora lançado e completamente execrado pela opinião pública, conta com cenas em plano-sequência de eventos macabros, que incrivelmente suga os expectadores para a tela, levando-os para o abismo. É nesse momento que se ouve:

    — “As domésticas estão fazendo festa na Disney.”

    — “Todos querem viver 100 anos”

    — “Pobre tem que comer as sobras da classe média.”

    — “O arroz está caro porque a vida do pobre melhorou.”

    — “O Fies bancou universidade para filho de porteiro que zerou o vestibular.”

    — “Qual o problema de pagar um pouco mais pela energia elétrica?”

    Mandalascar é o fim da picada.

  • HUMOR: Eu, Robô

    A história de Eu, Robô é uma trama que ocorre no longínquo ano de 2020. Governantes batendo cabeça em completa dissonância com o poder devastador de uma Pandemia. Ninguém sabia sobre a Covid-19, um início nebuloso por completo, e o estado não conseguia atender a população acometida pelo vírus. Adquirir UTIs e respiradores se tornou o ponto inicial do grande desmantelo no qual estamos até os dias atuais, enquanto a vacina não chegava. As grandes fabricantes, como a Pfizer, a Janssen, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan corriam atrás de uma luz, com pesquisas e testes em busca de imunizantes.

    Contudo, nessa história de desespero, o nosso personagem principal — e também mito dessa película — é um presidente dedicado ao negacionismo. Vivido por WillBozo, Eu, Robô odeia os robôs usuários de máscaras e que se vacinam (tratados como traidores), tonando-se adversários, e, logicamente,  hostilizados com todo o seu exército de robôs nas redes sociais.

    O que WillBozo não esperava e nem poderia imaginar era o surgimento de uma prova mostrando, em detalhes, um contrato superfaturado da tão desejada vacina, a indiana Covaxin, em 1.000% tornando-o, no mínimo, prevaricador, pois sabia do delito da compra e não se opôs.

    Até agora não se sabe os reai$ motivos da passada de pano do presidente no super-hiper-ultra-mega-blaster-faturamento de 1.000% da vacina. A única coisa explícita até agora, além do roubo que seria feito, é que o tratamento dado por WillBozo a todas as outras marcas que tentaram vender a vacina, ainda em 2020, fora escandalosamente diferente ao dado a Precisa Medicamento (atravessador suspeitíssimo do contrato).  Um exemplo foi a Pfizer, sem retorno aos mais de 80 e-mails enviados oferecendo a vacina, até com preços promocionais.

    Nesse processo todo chegamos à terrível conclusão: essa “nova política” está envolvida no maior ato de corrupção da história do nosso país.

    Esta é uma obra de ficção científica cinematográfica. Qualquer semelhança do personagem com qualquer governo ou político terá sido mera realidade.

  • HUMOR: Khaby Lame

    Um bate-papo verdadeiramente falacioso

    Khaby Lame, você é senegalês e virou um fenômeno no TikTok. Qual sua mensagem para o povo que segue você nas redes?

  • Humor: Corra!

    Chris (Bolso Kudiburro), um indivíduo muito novo como mandatário, fica desnorteado quando percebe que está prestes a conhecer a ira da família brasileira, que pensou ser ele a mudança na política em um tempo de trevas recente. A princípio, ele acreditou que esse comportamento excessivamente amoroso seria eterno. Entretanto, a ficha caiu. Pudera, com tantos escândalos atrelados à sua família, que vive enrolada, atolada até a medula, seja em possíveis falcatruas em negócios de imóveis caríssimos, depósitos altos em contas bancárias de mulheres ligadas a eles, de dinheiro dividido entre assessores e os filhos em seus gabinetes políticos (uma tramoia se destaca, famosa como o ‘escândalo rachadinhas’). E o Queiroz, um assessor faz-tudo que sempre organizou, segundo a Justiça, os negócios obscuros da família.

    Ufa! E não foi só a ficha que caiu. Caíram Moro, Bebiano, o miliciano Adriano, Mandetta…

    Percebe-se agora que foi por água abaixo a tentativa de lidar naturalmente com muito dinheiro, sem se abestalhar com a fartura, pois foram décadas de benesses, sossegados sem admoestação, vindo à tona somente agora os desvios familiares.

    O filme se torna muito mais perturbador quando as mortes causadas por negligenciar na pandemia — pois defender a família está em primeiro e segundo planos para Kudiburro —somam quase 400 mil pessoas.

    Não temos muito o que esperar:

    Corra! É cada um por si!

    Título Original
    Corra!
    Ano Lançamento: 2021 (BRASIL)
    Direção: Kudiburro
    Elenco: Kudiburro, irmãos Metralha, milicianos

  • Humor: Em Cartaz

    Frank Abarbagnale (Lula DiCaprio) já foi presidente, médico, advogado e copiloto, e presidiário, tudo isso com muita perspicácia. Mestre na arte da retórica, ele aproveitava suas habilidades para viver a vida como queria, com popularidade e status de líder. Mas em seu encalço surgiu o juiz Carl Hanrato (Tom Moro), que quis torná-lo o ladrão mais bem-sucedido da história deste país, e que usou todos os meios que teve ao seu dispor para incriminá-lo e capturá-lo.

    Só que entrou um agente do STF, Fachão, que derrubou todas condenações de Frank, acirrando os ânimos no cinema brasileiro.

    Agora, entre pipocas e refris, a torcida grita e empareda Hanrato: bula com Lula, se for capaz!

    Título Original
    Bula com Lula se for capaz
    Ano Lançamento: 2021 (BRASIL)
    Direção: STF
    Elenco: Lula, Marreco, Fraquin

  • Em Cartaz |Avá: Mate. Ou seja morto

    SINOPSE
    Avá (Revólver) é um matador nato, que trabalha para grandes organizações especializadas, principalmente em serviços de alto nível miliciano. No entanto seus chefes imaginam que podem armar o cidadão brasileiro sem que isso seja questionado pela população atenta, que quer saber os porquês de tanto interesse por um povo armado.

    Essas investidas armamentistas se transformam em missões mais importantes até que a própria vacina contra Covid-19 — tão aguardada pela população brasileira.

    Atormentado por inúmeras dúvidas, Avá precisa lutar para sobreviver e salvar sua família miliciana, a mais cruel do mundo do crime e com mania de perseguição.

    Usando seu poder de treinar assassinos de elite, Avá não pretende parar até sentir que estará a salvo, na mão de todos, que poderão possuir até seis dele de uma única vez.

    Ah, vá…

  • Em Cartaz: O Bem Galado

    SINOPSE

    É uma série brasileira sobre o proprietário de uma fazenda produtora de azeite de dendê, que era neto de Osmundo Paraguaçu e filho do coronel Robinson Paraguaçu. Candidato a galã da cidade fictícia de Sucupira, elegeu-se com a promessa de construir uma antena na cidade.

    Apesar de amostrado e extremamente demagogo, era adorado pelos eleitores e exercia fascínio sobre as mulheres.

    Possuidor de uma retórica vazia, gostava de citar filósofos e políticos, como Silvio Santos e Olavo de Carvalho, ou inventava frases que atribuía a personalidades do Show do Milhão.

    O problema de Fábiorico é que, após a inauguração da antena, ninguém mais conseguiu se conectar. Desesperado com a situação, tomou iniciativas macabras para concretizar sua promessa, provocando situações cômicas.